sexta-feira, 21 de outubro de 2016

O SEGREDO DO BONZO

       

CAPÍTULO INÉDITO DE FERNÃO MENDES PINTO

Atrás deixei narrado o que se passou nesta cidade Fuchéu, capital do reino de Bungo, com o Padre-mestre Francisco, e de como el-rei se houve com o Fucarandono e outros bonzos, que tiveram por acertado disputar ao padre as primazias da nossa santa religião. Agora direi de uma doutrina não menos curiosa que saudável ao espírito, e digna de ser divulgada a todas as repúblicas da cristandade.
Um dia, andando a passeio com Diogo Meireles, nesta mesma cidade Fuchéu, naquele ano de 1552, sucedeu deparar-se-nos um ajuntamento de povo, à esquina de uma rua, em torno a um homem da terra, que discorria com grande abundância de gestos e vozes. O povo, segundo o esmo mais baixo, seria passante de cem pessoas, varões somente, e todos embasbacados. Diogo Meireles, que melhor conhecia a língua da terra, pois ali estivera muitos meses, quando andou com bandeira de veniaga (agora ocupava-se no exercício da medicina, que estudara convenientemente, e em que era exímio) ia-me repetindo pelo nosso idioma o que ouvia ao orador, e que em resumo, era o seguinte: — Que ele não queria outra coisa mais do que afirmar a origem dos grilos, os quais procediam do ar e das folhas de coqueiro, na conjunção da lua nova; que este descobrimento, impossível a quem não fosse, como ele, matemático, físico e filósofo, era fruto de dilatados anos de aplicação, experiência e estudo, trabalhos e até perigos de vida; mas enfim, estava feito, e todo redundava em glória do reino de Bungo, e especialmente da cidade Fuchéu, cujo filho era; e, se por ter aventado tão sublime verdade, fosse necessário aceitar a morte, ele a aceitaria ali mesmo, tão certo era que a ciência valia mais do que a vida e seus deleites.
A multidão, tanto que ele acabou, levantou um tumulto de aclamações, que esteve a ponto de ensurdecer-nos, e alçou nos braços o homem bradando: “Patimau, Patimau, viva Patimau, que descobriu a origem dos grilos!” E todos se foram com ele ao alpendre de um mercador, onde lhe deram refrescos e lhe fizeram muitas saudações e reverências, à maneira deste gentio, que é em extremo obsequioso e cortesão.
Desandando o caminho, vínhamos nós, Diogo Meireles e eu, falando do singular achado da origem dos grilos, quando, a pouca distância daquele alpendre, obra de seis credos, não mais, achamos outra multidão de gente, em outra esquina, escutando a outro homem. Ficamos espantados com a semelhança do caso, e Diogo Meireles, visto que também este falava apressado, repetiu-me da mesma maneira o teor da oração. E dizia este outro, com grande admiração e aplauso da gente que o cercava, que enfim descobrira o princípio da vida futura, quando a terra houvesse de ser inteiramente destruída, e era nada menos que uma certa gota de sangue de vaca; daí provinha a excelência da vaca para habitação das almas humanas, e o ardor com que esse distinto animal era procurado por muitos homens à hora de morrer; descobrimento que ele podia afirmar com fé e verdade, por ser obra de experiências repetidas e profunda cogitação, não desejando nem pedindo outro galardão mais que dar glória ao reino de Bungo e receber dele a estimação que os bons filhos merecem. O povo, que escutara esta fala com muita veneração, fez o mesmo alarido e levou o homem ao dito alpendre, com a diferença que o trepou a uma charola; ali chegando, foi regalado com obséquios iguais aos que faziam a Patimau, não havendo nenhuma distinção entre eles, nem outra competência nos banqueteadores, que não fosse a de dar graças a ambos os banqueteados.
Ficamos sem saber nada daquilo, porque nem nos parecia casual a semelhança exata dos dois encontros, nem racional ou crível a origem dos grilos, dada por Patimau, ou o princípio da vida futura, descoberto por Languru, que assim se chamava o outro. Sucedeu, porém, costearmos a casa de um certo Titané, alparqueiro, o qual correu a falar a Diogo Meireles, de quem era amigo. E, feitos os cumprimentos, em que o alparqueiro chamou as mais galantes coisas a Diogo Meireles, tais como — ouro da verdade e sol do pensamento, — contou-lhe este o que víramos e ouvíramos pouco antes. Ao que Titané acudiu com grande alvoroço:
— Pode ser que eles andem cumprindo uma nova doutrina, dizem que inventada por um bonzo de muito saber, morador em umas casas pegadas ao monte Coral. E porque ficássemos cobiçosos de ter alguma notícia da doutrina, consentiu Titané em ir conosco no dia seguinte às casas do bonzo, e acrescentou: — Dizem que ele não a confia a nenhuma pessoa, senão às que de coração se quiserem filiar a ela; e, sendo assim, podemos simular que o queremos unicamente com o fim de a ouvir; e se for boa, chegaremos a praticá-la à nossa vontade.
No dia seguinte, ao modo concertado, fomos às casas do dito bonzo, por nome Pomada, um ancião de cento e oito anos, muito lido e sabido nas letras divinas e humanas, e grandemente aceito a toda aquela gentilidade, e por isso mesmo mal visto de outros bonzos, que se finavam de puro ciúme. E tendo ouvido o dito bonzo a Titané quem éramos e o que queríamos, iniciou-nos primeiro com várias cerimônias e bugiarias necessárias à recepção da doutrina, e só depois dela é que alçou a voz para confiá-la e explicá-la.
— Haveis de entender, começou ele, que a virtude e o saber têm duas existências paralelas, uma no sujeito que as possui, outra no espírito dos que o ouvem ou contemplam. Se puserdes as mais sublimes virtudes e os mais profundos conhecimentos em um sujeito solitário, remoto de todo contato com outros homens, é como se eles não existissem. Os frutos de uma laranjeira, se ninguém os gostar, valem tanto como as urzes e plantas bravias, e, se ninguém os vir, não valem nada; ou, por outras palavras mais enérgicas, não há espetáculo sem espectador. Um dia, estando a cuidar nestas coisas, considerei que, para o fim de alumiar um pouco o entendimento, tinha consumido os meus longos anos, e, aliás, nada chegaria a valer sem a existência de outros homens que me vissem e honrassem; então cogitei se não haveria um modo de obter o mesmo efeito, poupando tais trabalhos, e esse dia posso agora dizer que foi o da regeneração dos homens, pois me deu a doutrina salvadora.
Neste ponto, afiamos os ouvidos e ficamos pendurados da boca do bonzo, o qual, como lhe dissesse Diogo Meireles que a língua da terra me não era familiar, ia falando com grande pausa, porque eu nada perdesse. E continuou dizendo: — Mal podeis adivinhar o que me deu idéia da nova doutrina; foi nada menos que a pedra da lua, essa insigne pedra tão luminosa que, posta no cabeço de uma montanha ou no píncaro de uma torre, dá claridade a uma campina inteira, ainda a mais dilatada. Uma tal pedra, com tais quilates de luz, não existiu nunca, e ninguém jamais a viu; mas muita gente crê que existe e mais de um dirá que a viu com os seus próprios olhos. Considerei o caso, e entendi que, se uma coisa pode existir na opinião, sem existir na realidade, e existir na realidade, sem existir na opinião, a conclusão é que das duas existências paralelas a única necessária é a da opinião, não a da realidade, que é apenas conveniente. Tão depressa fiz este achado especulativo, como dei graças a Deus do favor especial, e determinei-me a verificá-lo por experiências; o que alcancei, em mais de um caso, que não relato, por vos não tomar o tempo. Para compreender a eficácia do meu sistema, basta advertir que os grilos não podem nascer do ar e das folhas de coqueiro, na conjunção da lua nova, e por outro lado, o princípio da vida futura não está em uma certa gota de sangue de vaca; mas Patimau e Languru, varões astutos, com tal arte souberam meter estas duas idéias no ânimo da multidão, que hoje desfrutam a nomeada de grandes físicos e maiores filósofos, e têm consigo pessoas capazes de dar a vida por eles.
Não sabíamos em que maneira déssemos ao bonzo as mostras do nosso vivo contentamento e admiração. Ele interrogou-nos ainda algum tempo, compridamente, acerca da doutrina e dos fundamentos dela, e depois de reconhecer que a entendíamos, incitou-nos a praticá-la, a divulgá-la cautelosamente, não porque houvesse nada contrário às leis divinas ou humanas, mas porque a má compreensão dela podia daná-la e perdê-la em seus primeiros passos; enfim, despediu-se de nós com a certeza (são palavras suas) de que abalávamos dali com a verdadeira alma de pomadistas; denominação esta que, por se derivar do nome dele, lhe era em extremo agradável.
Com efeito, antes de cair a tarde, tínhamos os três combinado em pôr por obra uma idéia tão judiciosa quão lucrativa, pois não é só lucro o que se pode haver em moeda, senão também o que traz consideração e louvor, que é outra e melhor espécie de moeda, conquanto não dê para comprar damascos ou chaparias de ouro. Combinamos, pois, à guisa de experiência, meter cada um de nós, no ânimo da cidade Fuchéu, uma certa convicção, mediante a qual houvéssemos os mesmos benefícios que desfrutavam Patimau e Languru; mas, tão certo é que o homem não olvida o seu interesse, entendeu Titané que lhe cumpria lucrar de duas maneiras, cobrando da experiência ambas as moedas, isto é, vendendo também as suas alparcas: ao que nos não opusemos, por nos parecer que nada tinha isso com o essencial da doutrina.
Consistiu a experiência de Titané em uma coisa que não sei como diga para que a entendam. Usam neste reino de Bungo, e em outros destas remotas partes, um papel feito de casca de canela moída e goma, obra mui prima, que eles talham depois em pedaços de dois palmos de comprimento, e meio de largura, nos quais desenham com vivas e variadas cores, e pela língua do país, as notícias da semana, políticas, religiosas, mercantis e outras, as novas leis do reino, os nomes das fustas, lancharas, balões e toda a casta de barcos que navegam estes mares, ou em guerra, que a há freqüente, ou de veniaga. E digo as notícias da semana, porque as ditas folhas são feitas de oito em oito dias, em grande cópia, e distribuídas ao gentio da terra, a troco de uma espórtula, que cada um dá de bom grado para ter as notícias primeiro que os demais moradores. Ora, o nosso Titané não quis melhor esquina que este papel, chamado pela nossa língua Vida e claridade das coisas mundanas e celestes, título expressivo, ainda que um tanto derramado. E, pois, fez inserir no dito papel que acabavam de chegar notícias frescas de toda a costa de Malabar e da China, conforme as quais não havia outro cuidado que não fossem as famosas alparcas dele Titané; que estas alparcas eram chamadas as primeiras do mundo, por serem mui sólidas e graciosas; que nada menos de vinte e dois mandarins iam requerer ao imperador para que, em vista do esplendor das famosas alparcas de Titané, as primeiras do universo, fosse criado o título honorífico de “alparca do Estado”, para recompensa dos que se distinguissem em qualquer disciplina do entendimento; que eram grossíssimas as encomendas feitas de todas as partes, às quais ele Titané ia acudir, menos por amor ao lucro do que pela glória que dali provinha à nação; não recuando, todavia, do propósito em que estava e ficava de dar de graça aos pobres do reino umas cinqüenta corjas das ditas alparcas, conforme já fizera declarar a el-rei e o repetia agora; enfim, que apesar da primazia no fabrico das alparcas assim reconhecida em toda a terra, ele sabia os deveres da moderação, e nunca se julgaria mais do que um obreiro diligente e amigo da glória do reino de Bungo.
A leitura desta notícia comoveu naturalmente a toda a cidade Fuchéu, não se falando em outra coisa durante toda aquela semana. As alparcas de Titané, apenas estimadas, começaram de ser buscadas com muita curiosidade e ardor, e ainda mais nas semanas seguintes, pois não deixou ele de entreter a cidade, durante algum tempo, com muitas e extraordinárias anedotas acerca da sua mercadoria. E dizia-nos com muita graça: — Vede que obedeço ao principal da nossa doutrina, pois não estou persuadido da superioridade das tais alparcas, antes as tenho por obra vulgar, mas fi-lo crer ao povo, que as vem comprar agora, pelo preço que lhes taxo. — Não me parece, atalhei, que tenhais cumprido a doutrina em seu rigor e substância, pois não nos cabe inculcar aos outros uma opinião que não temos, e sim a opinião de uma qualidade que não possuímos; este é, ao certo, o essencial dela.
Dito isto, assentaram os dois que era a minha vez de tentar a experiência, o que imediatamente fiz; mas deixo de a relatar em todas as suas partes, por não demorar a narração da experiência de Diogo Meireles, que foi a mais decisiva das três, e a melhor prova desta deliciosa invenção do bonzo. Direi somente que, por algumas luzes que tinha de música e charamela, em que aliás era mediano, lembrou-me congregar os principais de Fuchéu para que me ouvissem tanger o instrumento; os quais vieram, escutaram e foram-se repetindo que nunca antes tinham ouvido coisa tão extraordinária. E confesso que alcancei um tal resultado com o só recurso dos ademanes, da graça em arquear os braços para tomar a charamela, que me foi trazida em uma bandeja de prata, da rigidez do busto, da unção com que alcei os olhos ao ar, e do desdém e ufania com que os baixei à mesma assembléia, a qual neste ponto rompeu em um tal concerto de vozes e exclamações de entusiasmo, que quase me persuadiu do meu merecimento.
Mas, como digo, a mais engenhosa de todas as nossas experiências, foi a de Diogo Meireles. Lavrava então na cidade uma singular doença, que consistia em fazer inchar os narizes, tanto e tanto, que tomavam metade e mais da cara ao paciente, e não só a punham horrenda, senão que era molesto carregar tamanho peso. Conquanto os físicos da terra propusessem extrair os narizes inchados, para alívio e melhoria dos enfermos, nenhum destes consentia em prestar-se ao curativo, preferindo o excesso à lacuna, e tendo por mais aborrecível que nenhuma outra coisa a ausência daquele órgão. Neste apertado lance mais de um recorria à morte voluntária, como um remédio, e a tristeza era muita em toda a cidade Fuchéu. Diogo Meireles, que desde algum tempo praticava a medicina, segundo ficou dito atrás, estudou a moléstia e reconheceu que não havia perigo em desnarigar os doentes, antes era vantajoso por lhes levar o mal, sem trazer fealdade, pois tanto valia um nariz disforme e pesado como nenhum; não alcançou, todavia, persuadir os infelizes ao sacrifício. Então ocorreu-lhe uma graciosa invenção. Assim foi que, reunindo muitos físicos, filósofos, bonzos, autoridades e povo, comunicou-lhes que tinha um segredo para eliminar o órgão; e esse segredo era nada menos que substituir o nariz achacado por um nariz são, mas de pura natureza metafísica, isto é, inacessível aos sentidos humanos, e contudo tão verdadeiro ou ainda mais do que o cortado; cura esta praticada por ele em várias partes, e muito aceita aos físicos de Malabar. O assombro da assembléia foi imenso, e não menor a incredulidade de alguns, não digo de todos, sendo que a maioria não sabia que acreditasse, pois se lhe repugnava a metafísica do nariz, cedia entretanto à energia das palavras de Diogo Meireles, ao tom alto e convencido com que ele expôs e definiu o seu remédio. Foi então que alguns filósofos, ali presentes, um tanto envergonhados do saber de Diogo Meireles, não quiseram ficar-lhe atrás, e declararam que havia bons fundamentos para uma tal invenção, visto não ser o homem todo outra coisa mais do que um produto da idealidade transcendental; donde resultava que podia trazer, com toda a verossimilhança, um nariz metafísico, e juravam ao povo que o efeito era o mesmo.
A assembléia aclamou a Diogo Meireles; e os doentes começaram de buscá-lo, em tanta cópia, que ele não tinha mãos a medir. Diogo Meireles desnarigava-os com muitíssima arte; depois estendia delicadamente os dedos a uma caixa, onde fingia ter os narizes substitutos, colhia um e aplicava-o ao lugar vazio. Os enfermos, assim curados e supridos, olhavam uns para os outros, e não viam nada no lugar do órgão cortado; mas, certos e certíssimos de que ali estava o órgão substituto, e que este era inacessível aos sentidos humanos, não se davam por defraudados, e tornavam aos seus ofícios. Nenhuma outra prova quero da eficácia da doutrina e do fruto dessa experiência, senão o fato de que todos os desnarigados de Diogo Meireles continuaram a prover-se dos mesmos lenços de assoar. O que tudo deixo relatado para glória do bonzo e benefício do mundo.



Conteúdo completo disponível em:






Links:


Billboard Hot 100 - Letras de Músicas | Song Lyrics - Songtext - Testo Canzone - Paroles Musique - 歌曲歌词 - 歌詞 - كلمات الاغنية - песни Текст

Educação Infantil - Vídeos, Jogos e Atividades Educativas para crianças de 4 à 11 anos

Língua Portuguesa e Atualidades

Arte e Estética

Santa Catarina - Conheça seu Estado

São Paulo - Conheça seu Estado

Paraná - Conheça seu Estado

Mato Grosso do Sul - Conheça seu Estado

Bíblia Online

O Diário de Anne Frank

Macunaíma - Mário de Andrade

Dom Casmurro - Machado de Assis

Quincas Borba - Machado de Assis

Memórias Póstumas de Brás Cubas - Machado de Assis

Esaú e Jacó - Machado de Assis

Mein Kampf - Adolf Hitler

Cinco Minutos - José de Alencar

O Triste Fim de Policarpo Quaresma - Lima Barreto

História em 1 Minuto

TOP 10: Poesia - Poemas em Português, Espanhol, francês e inglês


A Esperança - Augusto dos Anjos

Ismalia - Alphonsus de Guimaraens

Esta Velha - Álvaro de Campos (Heterónimo de Fernando Pessoa)

Espasmo - Mario de Andrade

Exaltação da Paz - Mario de Andrade

Luís Vaz de Camões - Descalça vai para a fonte

Uma lembrança - Emília Freitas

Contemplações - Cordélia Sylvia

Morte de Raquel - Madalena da Glória

Canção do exílio - Gonçalves Dias

Sóror Maria do Céu - Sobre as palavras do padre Vieira

Prece - Natalina Cordeiro

A Raposa e as Uvas - Manuel Maria Barbosa du Bocage

Luís Vaz de Camões - Apolo e as Nove Musas Descantando

Escreve-me - Florbela Espanca

Se tu viesses ver-me - Florbela Espanca

Que falta nesta cidade - Gregório de Matos

Flor da Mocidade - Machado de Assis

Velhas Árvores - Olavo Bilac

Língua Portuguesa - Olavo Bilac

TOP 15: PDF para Download - Domínio Público


Livros em PDF para Download

O Diário de Anne Frank - Download PDF Livro Online

Camilo Castelo Branco - Livros em PDF para Download

Castro Alves - Livros em PDF para Download

Eça de Queiros - Livros em PDF para Download

Euclides da Cunha - Livros em PDF para Download

Fernando Pessoa - Livros em PDF para Download

Jane Austen - Livros em PDF para Download

José de Alencar - Livros em PDF para Download

Machado de Assis - Livros em PDF para Download

Virginia Woolf - Livros em PDF para Download

William Shakespeare - Livros em PDF para Download

Mein Kampf - Adolf Hitler - Download PDF Livro Online

O Alienista - Machado de Assis - PDF Download Livro Online

Macunaíma - Mário de Andrade - PDF Download Livro Online

Esaú e Jacó - Machado de Assis - PDF Download Livro Online

Dom Casmurro - Machado de Assis - PDF Download Livro Online

Memórias Póstumas de Brás Cubas - Machado de Assis - PDF Download Livro Online

Quincas Borba - Machado de Assis - PDF Download Livro Online

Mrs. Dalloway - Virginia Woolf

TOP 30: Billboard - Letras de Músicas - Song Lyrics - Songtext


24K Magic - Bruno Mars

GooFresh Eyes - Andy Grammer - Song Lyrics

Wanna Be That Song - Brett Eldredge - Song Lyrics

Song For Another Time - Old Dominion - Song Lyrics

Goosebumps - Travis Scott - Song Lyrics

LIFTED - CL - Song Lyrics

Capsize - Frenship & Emily Warren - Song Lyrics

Don't Touch My Hair - Solange Featuring Sampha - Song Lyrics

Mercy - Shawn Mendes - Letras de Música

Juju On That Beat (TZ Anthem) - Zay Hilfigerrr & Zayion McCall - Letras de Música

Hold Up - Beyonce - Letras de Música

HandClap - Fitz And The Tantrums - Songtext

Key To The Streets - YFN Lucci feat Migos & Trouble - Letras de Música

Wishing - DJ Drama feat Chris Brown, Skeme & Lyquin - Letras de Música

Too Much Sauce - DJ ESCO feat Future & Lil Uzi Vert - Letras de Música

All We Know - The Chainsmokers feat Phoebe Ryan - Letras de Música

Sleep Without You - Brett Young - Letras de Música

A Little More Summertime - Jason Aldean - Letras de Música

I Know Somebody - LoCash - Letras de Música

False Alarm - The Weeknd - Letras de Música

Rock On - Tucker Beathard - Letras de Música

Say It - Flume feat Tove Lo - Letras de Música

This Town - Niall Horan - Letras de Música

Scars To Your Beautiful - Alessia Cara - Song Lyrics

I Met A Girl - William Michael Morgan - Song Lyrics

Perfect Illusion - Lady Gaga - Song Lyrics

Pick Up The Phone - Young Thug And Travis Scott Featuring Quavo - Song Lyrics

Forever Country - Artists Of Then, Now & Forever - Song Lyrics

In The Name Of Love - Martin Garrix & Bebe Rexha - Song Lyrics

OOOUUU - Young M.A - Song Lyrics

Black Beatles - Rae Sremmurd feat Gucci Mane - Letras de Música

Starboy - The Weeknd feat Daft Punk - Song Lyrics

Side To Side - Ariana Grande feat Nicki Minaj - Song Lyrics

My Way - Calvin Harris - Song Lyrics

The Greatest - Sia feat Kendrick Lamar - Song Lyrics

Broccoli - D.R.A.M. - Song Lyrics

Don't Mind - Kent Jones - Song Lyrics

Luv - Tory Lanez - Song Lyrics

Can't Stop The Feeling! - Justin Timberlake - Song Lyrics

This Is What You Came - Calvin Harris Ft. Rihanna - Song Lyrics

Cranes In The Sky - Solange - Song Lyrics

Sit Still, Look Pretty - Daya - Song Lyrics

May We All - Florida Georgia Line feat Tim McGraw

X - 21 Savage & Metro Boomin feat Future - Song Lyrics

Caroline - Amine - Song Lyrics

Blue Ain't Your Color - Keith Urban - Song Lyrics

Fade - Kanye West - Song Lyrics

CRZY - Kehlani - Song Lyrics

All Eyez - The Game Featuring Jeremih - Song Lyrics

TOP 60:


O espaço geográfico e sua organização

A organização do espaço geográfico brasileiro

Santa Catarina - Representação e Localização

As festas populares no estado do Paraná - PR

Áreas de preservação no estado de São Paulo - SP

Gonçalves Dias - Marabá - Poesia

O tropeirismo no estado do Paraná - PR

Bacias hidrográficas do estado de São Paulo - SP

Atividades extrativistas no Paraná - PR

Os imigrantes no século XIX e XX no estado do Paraná - PR

Atividades extrativistas do Mato Grosso do Sul - MS

As atividades econômicas do estado de São Paulo - SP

As festas populares do estado de Mato Grosso do Sul - MS

Biomas brasileiros - SC

Atividades extrativistas de Santa Catarina - SC

Religião – Idade Antiga (História em 1 Minuto)

A população africana e a escravidão no Paraná - PR

Os imigrantes no estado de Santa Catarina no século XX - SC

Áreas de preservação Ambiental no estado de Santa Catarina - SC

As comunidades quilombolas no Mato Grosso do Sul - MS

O relevo do estado de São Paulo - SP

As atividades econômicas do estado do Paraná - PR

Áreas de preservação Ambiental no estado de Mato Grosso do Sul - MS

Memórias Póstumas de Brás Cubas - Capítulo 160 - Das Negativas (Machado de Assis)

Os biomas no estado do Mato Grosso do Sul - MS

A urbanização no estado de São Paulo no início do século XX - SP

A organização do espaço geográfico brasileiro

A poluição do rio Iguaçu (maior rio do Paraná) - PR

Clima e relevo do estado do Paraná - PR

As atividades econômicas no estado de Santa Catarina - SC

Áreas de preservação do estado do Paraná - PR

O Humanitismo - Capítulo 117 - Memórias Póstumas de Brás Cubas - Machado de Assis

As comunidades quilombolas no estado de Santa Catarina - SC

Vegetação nativa do estado de Santa Catarina - SC

As comunidades quilombolas no estado de São Paulo na atualidade - SP

Os índios Xetá no estado do Paraná - PR

Bacias hidrográficas de Santa Catarina - SC

Rio Iguaçu e sua importancia na historia do Paraná - PR

Machado de Assis - Esaú e Jacó - Capítulo 60 - Manhã de 15

A ocupação e o povoamento do Mato Grosso do Sul - MS

Clima e relevo no estado de Santa Catarina - SC

A formação da cultura de Santa Catarina - SC

Capítulo 17 - Ursa Maior - Mário de Andrade - Macunaíma

Luís Vaz de Camões - Soneto 57 - De Vos me Aparto, oh Vida! Em Tal Mudança

Bacias hidrográficas do Mato Grosso do Sul - MS

As comunidades quilombolas no estado do Paraná - PR

A imigração europeia no estado do Paraná - PR

Elizabeth Barrett Browning - Sonnet 43 - How Do I Love Thee?

Biomas brasileiros - PR

Relevo do estado de Mato Grosso do Sul - MS

Machado de Assis - Memórias Póstumas de Brás Cubas

Luís Vaz de Camões - Soneto 43 - Como Quando do Mar Tempestuoso

A população indígena na região do estado de Santa Catarina - SC

Luís Vaz de Camões - Soneto 45 - Leda Serenidade Deleitosa

Norte Catarinense (Mesorregião) - SC

Top 10 - Prédios mais altos do mundo

A arte como registro histórico

A escultura, depois de Alexander Calder

Atividades Educativas Ensino Fundamental - Aprendendo sobre o Dinheiro

Os símbolos do estado do Rio de Janeiro - RJ

TOP 30: BLOG


História em 1 Minuto

Santa Catarina - Conheça seu Estado (História e Geografia)

São Paulo - Conheça seu Estado (História e Geografia)

Paraná - Conheça seu Estado (História e Geografia)

Mato Grosso do Sul - Conheça seu Estado (História e Geografia)

Rio de Janeiro - Conheça seu Estado (História e Geografia)

Língua Portuguesa, Arte e Literatura

24K Magic - Bruno Mars - Letra Música

Poesia - Sanderlei Silveira

Amor é fogo que arde sem se ver - Luís Vaz de Camões

Sonnet 116 - William Shakespeare

Poetry in English - Sanderlei Silveira

Áudio Livro - Sanderlei

Adolf Hitler - Mein Kampf (Minha luta)

Macunaíma - Mário de Andrade

Os Escravos - Castro Alves

João da Cruz e Sousa - Broquéis

Economia em 1 Minuto - Sanderlei

SAP - Course Free Online

Totvs - Datasul - Treinamento Online (Gratuito)

Euclides da Cunha - Os Sertões (Áudio Livro)

Contos de Eça de Queirós

Diva - José de Alencar - Audiobook

Sonetos - Poemas de Amor - Luís Vaz de Camões

Augusto dos Anjos - Eu e Outras Poesias

Artur de Azevedo - Contos

José de Alencar - Cinco Minutos

Educação Infantil - Nível 1 (crianças entre 4 a 6 anos)

Educação Infantil - Nível 2 (crianças entre 5 a 7 anos)

Educação Infantil - Nível 3 (crianças entre 6 a 8 anos)

Educação Infantil - Nível 4 (crianças entre 7 a 9 anos)

Educação Infantil - Nível 5 (crianças entre 8 a 10 anos)

Educação Infantil - Nível 6 (crianças entre 9 a 11 anos)

Machado de Assis

Quincas Borba - Machado de Assis

O ALIENISTA

CAPÍTULO C - TU SERÁS FELIZ, BENTINHO

Crisálidas - Poesia - Machado de Assis

Curso de Espanhol Online - Grátis e Completo

Curso de Inglês Online - Grátis e Completo

Anne Frank

Livros em PDF para Download (Domínio Público) - Sanderlei


Nenhum comentário:

Postar um comentário